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quarta-feira, 4 de maio de 2022

PERIGO DO ESPAÇO

 

Meteorito de Chelyabinsk fará com que humanidade crie sistema de defesa antiasteroide?


Há quase 5 anos, a cidade russa de Chelyabinsk, que fica perto dos montes Urais que dividem a Europa da Ásia, foi alvo de um fenômeno natural excepcional. A Sputnik Brasil viajou para a região para ver com os seus próprios olhos e mostrar aos leitores o maior pedaço achado desse corpo celeste e descobrir mais sobre o ocorrido.
Revelado plano que poderia salvar Terra do impacto catastrófico de asteroides
Sabe-se que, além de planetas, asteroides e cometas, o Sol é orbitado por inúmeros meteoritos que, ao entrar na atmosfera do nosso planeta, se destroem e criam um rastro iluminado que se chama bólide e que causou o pasmo dos habitantes da cidade na manhã de 15 de fevereiro de 2013.


A Sputnik Brasil visitou uma das maiores universidades e centros de pesquisa da região, a cátedra de Teoria Física da Universidade Estatal de Chelyabinsk, e falou com Sergei Zamozdra, astrofísico e ex-participante da expedição que se ocupou de encontrar os pedaços do corpo celeste no lago de Chebarkul.

O cientista contou-nos que o meteorito de Chelyabinsk foi, literalmente, recolhido por toda a região, com milhares de pedaços pequeninos e grandes, dado que o peso total dos achados se somou em cerca de uma tonelada. Além disso, a maior parte do corpo celeste, que levou os habitantes da área a pensar sobre o possível início de uma guerra nuclear, é o quarto maior meteorito rochoso que alguma vez atingiu a Terra.


Sergei Zamozdra, astrofísico e ex-participante da expedição ao lago de Chebarkul, segura um pedaço de meteorito que encontrou durante as buscas
© Sputnik / Ekaterina Nenakhova


Será que algumas pesquisas ainda se estão levando a cabo, sendo que o meteorito se alastrou por um território tão vasto?
Pouco a pouco, claro, pois [os restos do meteorito] constituem material para ser investigado. Já que foram encontrados tantos fragmentos, o meteorito "voou" por todo o mundo, para diferentes laboratórios. Primeiro, foram enriquecidas as coleções de colecionadores privados, bem como as coleções cientificas. Segundo, realizam-se pesquisas, por exemplo, sobre a dureza dos pedaços. É uma das questões mais importantes — qual é a dureza dos meteoritos, por disso depender quantos fragmentos produziriam, que território abrangeriam, pois caso seja muito duro, o corpo celeste não se destruiria, chocaria contra a Terra e criaria uma cratera enorme. […] Claro que isso seria muito mais perigoso, pois ele [um tal meteorito] pode destruir um grande edifício e matar pessoas.


Cometa poderia mudar trajetória e ameaçar a Humanidade

 Nesse sentido ele foi muito propenso a se rachar, provavelmente tinha gelo, algumas pedras rachadas, pois isso não houve grandes danos. Porém, a onda de choque causou prejuízos, por exemplo, caiu um antigo muro em uma das fábricas, foram quebradas centenas de janelas e algumas pessoas ficaram ensurdecidas por algum tempo.
Por mais cínico que pareça, se pode dizer, verdadeiramente, que tais casos são uma espécie de prenda para os cientistas, pois estes ganham uma oportunidade inédita de fazer novas descobertas. Por exemplo, sublinha Zamozdra, tais corpos celestes ajudam a encontrar novas ligas de metais. No caso do meteorito de Chelyabinsk, esperava-se encontrar uma liga de ferro e níquel em proporção de 50/50.


Objeto alienígena' ilumina o céu noturno do Canadá

"É uma liga muito rara, sua peculiaridade consiste em que ela preserva os dados sobre o campo magnético por muito tempo. Ainda dentro de um Sistema Solar muito jovem, quando se formavam os asteroides, o campo magnético ficou gravado lá que nem em um disco rígido. Contudo, não conseguimos encontrar essa liga no nosso meteorito", conta o cientista, adiantando que em tais casos também se tenta achar combinações orgânicas, pois os meteoritos alegadamente teriam capacidade de transportar esporos de bactérias e até vegetais de outros planetas.
Entretanto, não são apenas os cientistas que mostraram interesse pelo fenômeno natural. Após a queda, na região se deu uma verdadeira "febre do meteorito", quando centenas de pessoas se entregaram ao calor da busca científica e se lançaram à "caça ao desconhecido" em florestas logo após a neve se derreter.


Bola de fogo sobre os céus da Russia

Sim, há. É preciso apenas que as pessoas parem [de gastar], ou pelo menos gastem menos com armamentos e guerras, e destinem uma parte, pelo menos uns 5-10 por cento, ao desenvolvimento de tal sistema. Mas para isso se deve, primeiro, convencer as autoridades que isso é importante, que há uma ameaça pendente e, segundo, provar que já existem métodos. Teoricamente, os meios já foram produzidos, pois, "podemos lançar um míssil, fazer explodir uma bomba"… Já há mísseis, já há bombas, apenas falta fazê-lo. Por exemplo, foi escrito este livro [apresentando o manual "Conceito de mísseis do sistema de defesa antiasteroide da Terra"], pois temos na nossa região o Centro Estatal de Mísseis do Acadêmico Makeev, lá se produzem os mísseis estratégicos e ele tem todo o conhecimento para produzir mísseis que tenham capacidade para atingir asteroides."Caso ele tivesse voado do lado oposto, poderia ter sido detectado com 12 horas de antecedência por algum telescópio, o Hubble, por exemplo, ou por algum outro telescópio potente. Mas quando voa do lado do Sol, tudo fica encandeado, não há nada a fazer. Por isso, claro, é preciso colocar telescópios no espaço, para que estes vigiem todo o céu desde pontos especiais, onde não fiquem cegados pelo Sol", explica o pesquisador russo.

A propósito, houve algum tipo de cooperação com a NASA no processo de buscas e investigações?
Houve, sim, na nossa universidade há um professor, Nikolai Gorkavy, que também é funcionário da NASA. Ele fez a análise da poeira que ficou após a queda do meteorito de Chelyabinsk e provou que essa poeira voou em torno de toda a Terra, criou um cinturão em torno do nosso planeta. Ao longo de 3 meses, o satélite Suomi tem vigiado esse círculo. […] Além disso, o professor descobriu fibras entre as partículas, uma espécie de fios de vidro. Essa também foi uma descoberta sem precedentes no mundo.
S: Se entendi bem, você também participou da expedição de buscas. Sabe-se que levou bastante tempo para encontrar o maior pedaço do meteorito dentro da cratera. Por que aconteceu isso?


SZ: Quanto ao maior fragmento, se conhecia onde ele caiu, mas não o conseguiram tirar logo daí. Ele caiu no lago de Chebarkul e criou uma cratera de oito metros de diâmetro. O problema é que o lago é muito antigo e tem uma grossa camada de lodo. Há 10 metros de água e outros 10 metros de lodo, por isso os mergulhadores não conseguiam detectar nada por muito tempo. Foi preciso criar uma grande escavação, de 30 metros, mas não foi logo, foi depois de 6 meses, no outono [o meteorito caiu em fevereiro].

De fato, cria-se uma impressão que a região dos Urais tem uma certa "sorte" no que se trata de quedas dos corpos celestes, podemos relembrar o meteorito Kunashak de 1949 ou o evento de Tunguska de 1908. O cientista frisa que ao longo do último século houve cerca de 5 fenômenos dessa espécie que ocorreram nas áreas próximas a Chelyabinsk.

Porém, na verdade isso tudo é apenas uma ilusão, pois meteoritos, segundo os cientistas, caem por todo o território terrestre em proporções mais ou menos equilibradas. A coisa é que causam repercussão apenas nas zonas densamente povoadas, dado que a maior parte do planeta está coberto por oceanos e desertos, por exemplo. Além disso, se detectam com mais frequência nos territórios onde há "redes de bólides", inúmeras câmeras que vigiam o céu 24 horas por dia, explica Zamozdra.


Maior pedaço do meteorito de Chelyabinsk encontrado em 2013 no lago de Chebarkul (foto de arquivo)

"Trata-se da Europa, particularmente, onde há a rede de bólides mais densa do mundo. Há também nos EUA, na Austrália. Aqui, na Rússia, tal rede apenas começa a ser construída pelos nossos colegas da Universidade Federal dos Urais", revelou.
O cientista também relembrou o chamado "tunguska brasileiro", ou seja, um fenômeno natural que ocorreu na Amazônia em 1930 e foi muito parecido ao incidente análogo na Rússia. Na época, os habitantes locais ficaram tão assustados com a explosão e o incêndio consequente que o consideraram como um prenúncio do Armageddon, alguns até começaram tomando veneno com o pânico. O mistério comum em ambos os casos foi a ausência de pedaços achados.

Tal efeito se cria quando cai um corpo muito friável, mais provavelmente foi o núcleo de um cometa ou, de fato, uma parte do núcleo. É gelo sujo constituído por dióxido de carbono e água misturados com grãos de areia. À altura de cerca de 10 km, ele simplesmente explode e a Terra é alcançada apenas por ar quente, bem como por um relâmpago forte que incendeia a vegetação. Passados vários minutos, chega uma onda de choque de ar quente. Parece que no Brasil ocorreu a mesma coisa. […] Os meteoritos sempre caíram. Por exemplo, há a famosa Cratera do Arizona [Cratera de Barringer] nos EUA, lá também tem muitos mitos sobre esse meteorito.
Entre as pessoas comuns às vezes dá para ouvir teorias que não houve nenhum meteorito, mas sim testes de uma nova arma, por exemplo, estadunidense. Eu própria já ouvi falar sobre isso. Como você poderia comentar tais suposições bem extravagantes?

 São teorias que não têm nada a ver com ciência. Primeiro, foi encontrado um grande número de lascas, fragmentos, e pedrinhas mesmo. Caso contrário, teríamos encontrado pedaços de ferro, equipamentos eletrônicos, aqui há apenas material natural. Segundo, se tivesse ocorrido uma explosão nuclear, teríamos detectado altos níveis de radiação. […] No lago estava tudo limpinho. […] Ou seja, descartamos uma hipótese nuclear. Contudo, os armamentos convencionais não teriam produzido tal efeito, pois a potência da explosão [do meteorito de Chelyabinsk] foi equivalente a 30 bombas de Hiroshima. Estes são os principais argumentos.

© Sputnik / Ekaterina Nenakhova

GERAAZEVEDO


segunda-feira, 2 de maio de 2022

FRUSTRAÇÃO


 

Quem me conhece não me vê como uma pessoa com preconceitos, mas sou muito honesto ao dizer que certas condutas sociais me desagradam muito. Enquanto vemos algumas autoridades, agindo de maneira pouco honesta ou com demagogia, dizendo que vai resolver todos os problemas do cidadão e no fim nada resolve aumentando apenas os custos do Estado, acredito que tudo tem que ter um limite. Limite este que parece não estar mais cabendo na cabeça da sociedade e na vida dos cidadões...

Cada um tem o direito de fazer da sua vida o que quiser, mas este direito termina onde começa o do outra pessoa, e isso é uma coisa que quase todo mundo sabe mas não pratica. Um cidadão tem o direito de se sentir discriminado podendo até mesmo brigar na justiça pelo seus direitos.

Muitas vezes erramos ao planejar o dia porque queremos tudo ao mesmo tempo. Não é preciso dizer que esta não é a maneira correta para que nos estejamos satisfeitos com nossa maneira de agir.

Uma pessoa frustrada produz uma barreira na comunicação. Inconscientemente ela bloqueia o que lhe é dito, A pessoa frustrada não vê solução para os problemas que lhe são apresentados diariamente, O que lhe provoca um negativismo muito grande, podendo ser assimilado por outras pessoas facilmente influenciáveis.

O homem precisa acreditar mais em si mesmo, em sua capacidade ao invés de dar ouvidos a assuntos sem interesse. E para que comecemos a confiar mais em nós mesmos, é preciso que ele mude sua rotina, iniciando pelo seu despertar...

Antes de levantarmos da nossa cama é muito importante que oremos a Deus por mais este dia que se inicia. É importante que ele pense no que se pode fazer para melhorar o dia de hoje. e viver bem, pois a vida é a única coisa que vale a pena e não podemos voltar atrás e recomeçar.

Chegar-nos ao fim de um dia com aquela sensação de paz e de dever cumprido, não é difícil assim, desde que sejamos justos com as nossas maneira de agir.

Deixando de lado as ressentimentos e frustrações, aprendemos a trabalhar com as ferramentas intelectuais que temos ao nosso alcance, isso é mais importante do que qualquer coisa na vida.

Geraldo de Azevedo

domingo, 24 de abril de 2022

A ENGANAÇÃO DO MARKETING DIGITAL

Por que eu não quero mais saber de Marketing Digital?
Por que a maioria dos 'experts digitais' são uma fraude.
Não caiam no engodo dos 'experts' em marketing digital, eles podem acabar com sua carreira ou seu negócio.

Passei mais de um ano tentando vender alguma coisa, sem vender nem uma palha, apenas tendo despesas com "cursos" que "ensinam" a vender, muitos pagos e outro grátis do You Tube, o que foi que descobri? A maioria vende mas os próprios cursos que "ensinam" Mais nada.

Marketing digital não passa de um grande engodo, é preciso ser muito otário para acreditar, nenhuma das pessoas que anunciam na internet, "fiquei rico" são realmente ricas, senão não estariam na internet tentando vender "cursos" de vendas e tentando convencer a estudar Marketing Digital.

Realmente, algumas pessoas tem sucesso porque vendem estes "cursos" e os otários que acreditam compram para depois saírem por ai vendendo os mesmos "cursos" com apenas pequenas modificações.
De tempos pra cá, algo bizarro vêm acontecendo no mercado digital. Autorotulados 'experts',  'Especialistas Digitais', 'mentores', ou qualquer outra terminologia ridícula, criaram um mercado de promessas  milagrosos.

A característica principal dos enganadores é a promessa de resultado rápido, mesmo sem alcançarem nenhum resultado em suas carreiras. Longe de serem bem sucedidos no mundo real, usam a Internet  como palanque, espalhando toneladas de posts diários com as mais ridiculas mentiras seguindo fórmulas manjadas de engajamento. Além de dicas banais que faz qualquer trouxa cair na cilada do empreendedorismo digital.

Apesar de estar um ano estudando e seguindo a risca todos os "Ensinamentos" e ter blgs e sites para colocar anúncios, nunca consegui vender nada no nicho de E-books de cursos, nenhum sobre vendas digitais, apenas tendo despesas com cursos enganadores e cliques no Google e pinterest, nenhum resultado no Facebook e instagran.

Geraazevedo

segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

COMO O SOL QUEIMA SEM OXIGÊNIO?

SOL EM FUSÃO NUCLEAR

Mas nosso sol não fica sem oxigênio, simplesmente não usa oxigênio para queimar. A queima do sol não é combustão química. É fusão nuclear. Não pense no sol como uma fogueira gigante. É mais como uma bomba de hidrogênio gigante.

Na combustão de carbono padrão, os átomos de carbono no combustível se aproximam dos átomos de oxigênio no ar e se unem para formar dióxido de carbono e monóxido de carbono. 

Ao mesmo tempo, os átomos de hidrogênio no combustível se ligam aos átomos de oxigênio para formar moléculas de água. Muitas vezes existem outras reações químicas ocorrendo em um incêndio baseado em carbono, mas a combustão de átomos de carbono e hidrogênio são as principais. Essa combustão libera energia que experimentamos como calor e luz emitidos pela chama. 

A maioria dos incêndios que vemos na vida cotidiana são combustão de carbono: fogueiras, chamas de fornos, chamas de velas, churrasqueiras, incêndios florestais, fornos a gás, gasolina queimando em motores, etc. A chave a lembrar é que a combustão de carbono requer oxigênio. Assim que não há mais oxigênio, a combustão do carbono para.

Na fusão nuclear, os núcleos dos átomos são fundidos para formar novos núcleos maiores. Como o núcleo de um átomo determina o que é o átomo e como ele se comporta, uma mudança no núcleo faz com que o átomo se torne um novo elemento. 

Por exemplo, dois átomos de hidrogênio se fundem para formar um átomo de hélio. A fusão nuclear não requer oxigênio. Na verdade, você não precisa de nenhum outro material. 

Você só precisa de pressão ou calor suficiente para comprimir os núcleos dos átomos perto o suficiente para que eles superem sua repulsão eletrostática e se unam em um único núcleo. 

Em uma bomba de fusão nuclear, as pressões e temperaturas intensas são fornecidas por outras bombas. Em um reator de fusão nuclear tokamak, as intensas pressões e temperaturas são proporcionadas por campos de confinamento magnético, pela inserção de ondas eletromagnéticas, e pela injeção de partículas de alta energia. 

Nas estrelas, as pressões e temperaturas intensas são fornecidas pela gravidade. Uma estrela tem uma massa tão grande que a gravidade criada por essa massa esmaga a estrela o suficiente para iniciar a fusão nuclear. A fusão nuclear em estrelas libera imensas quantidades de energia, que acabamos experimentando como luz solar. 

A energia liberada pela fusão também ajuda a sustentar a reação de fusão nuclear. Nosso sol tem uma temperatura central de 16 milhões de Kelvin e uma pressão central de 25 mil trilhões de Newtons por metro quadrado. O sol fica tão quente com sua fusão nuclear que brilha e emite luz, assim como um pedaço de metal brilha em vermelho se você o aquecer. Uma estrela tem uma massa tão grande que a gravidade criada por essa massa esmaga a estrela o suficiente para iniciar a fusão nuclear. 

A fusão nuclear em estrelas libera imensas quantidades de energia, que acabamos experimentando como luz solar. A energia liberada pela fusão também ajuda a sustentar a reação de fusão nuclear.

 Nosso sol tem uma temperatura central de 16 milhões de Kelvin e uma pressão central de 25 mil trilhões de Newtons por metro quadrado. O sol fica tão quente com sua fusão nuclear que brilha e emite luz, assim como um pedaço de metal brilha em vermelho se você o aquecer. 

Uma estrela tem uma massa tão grande que a gravidade criada por essa massa esmaga a estrela o suficiente para iniciar a fusão nuclear. A fusão nuclear em estrelas libera imensas quantidades de energia, que acabamos experimentando como luz solar. 

A energia liberada pela fusão também ajuda a sustentar a reação de fusão nuclear. Nosso sol tem uma temperatura central de 16 milhões de Kelvin e uma pressão central de 25 mil trilhões de Newtons por metro quadrado. O sol fica tão quente com sua fusão nuclear que brilha e emite luz, assim como um pedaço de metal brilha em vermelho se você o aquecer. 

Nosso sol tem uma temperatura central de 16 milhões de Kelvin e uma pressão central de 25 mil trilhões de Newtons por metro quadrado. O sol fica tão quente com sua fusão nuclear que brilha e emite luz, assim como um pedaço de metal brilha em vermelho se você o aquecer. 

Nosso sol tem uma temperatura central de 16 milhões de Kelvin e uma pressão central de 25 mil trilhões de Newtons por metro quadrado. O sol fica tão quente com sua fusão nuclear que brilha e emite luz, assim como um pedaço de metal brilha em vermelho se você o aquecer.

Existem duas forças principais em ação na fusão nuclear: a força eletromagnética e a força nuclear forte. A força eletromagnética repulsiva entre núcleos carregados positivamente é de longo alcance, mas relativamente fraca, enquanto a força nuclear forte atrativa é de curto alcance, mas forte. Quando dois núcleos estão distantes o suficiente, a força eletromagnética repulsiva domina, mantendo os núcleos separados. 

À medida que os dois núcleos se aproximam, a repulsão eletromagnética fica mais forte e fica cada vez mais difícil juntar os núcleos. Quando os dois núcleos se aproximam o suficiente, a força nuclear atrativa de curto alcance domina e os dois núcleos se unem para formar um novo núcleo. Por esta razão, é preciso muita pressão para empurrar os núcleos para perto o suficiente para que eles se fundam.

Em princípio, quaisquer dois núcleos podem ser fundidos em um único núcleo. No entanto, é o mais fácil de fundir (e a maior parte da energia é liberada) núcleos que têm pouca repulsão eletromagnética porque têm pouca carga elétrica. 

Os núcleos com menor carga elétrica são os elementos mais leves, como hidrogênio e hélio. Nas estrelas, a maior parte da fusão que ocorre é o hidrogênio se fundindo consigo mesmo ou com outros elementos leves. 

 A gravidade é causada pela massa, tudo o que você precisa é de uma massa de hidrogênio grande o suficiente para acabar com estrelas em chamas. Há muito pouco oxigênio nas estrelas. O oxigênio que está lá foi criado pela fusão do hidrogênio repetidamente até produzir o oxigênio.

KEVIN MWANGI

QUORA.COM

sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

QUAL É A COR DO POR DO SOL EM MARTE?






Este é o céu durante o dia

Este é um pôr do sol marciano

É estranho, mas o céu de Marte PODE se comportar de maneira completamente oposta do céu terrestre.

O céu lá é laranja durante o dia—e azul no pôr do sol.

Estas cores, porém, são resultado principalmente da poeira na atmosfera—nos raros dias de céu limpo, o céu de lá pode se comportar como o nosso.

AGORA PREPARE-SE: EU VOU EXPLICAR ISTO TUDO USANDO A CIÊNCIA!

As razões pelas quais as coisas são assim são um pouco complicadas. Existem três maneiras de dispersar a luz. A mais conhecida é a "Dispersão de Rayleigh", um mecanismo que funciona apenas com partículas que são MENORES do que o comprimento de onda da luz… Coisas como moléculas.

Quando você perguntar a um cientista "Por que o céu é azul?", é esta resposta que ele vai retirar de um dos bolsos de seu jaleco branco.

Porém, esta é apenas (pelo menos) metade da história.

Se tudo que você visse no céu fosse do tamanho de moléculas, então a Dispersão de Rayleigh causaria céus azuis e pores do sol laranjas (bom… Mais ou menos).

Mas existe outro mecanismo chamado "Dispersão de Mie", que age sobre partículas que têm o mesmo tamanho—ou são um pouco maiores—do que o comprimento de onda da luz. Não vemos muito este efeito acontecer aqui na Terra porque moléculas são muito pequenas para produzi-lo, e as partículas de poeira terrestres são (de modo geral) grandes demais.

Mas em Marte, onde é comum encontrarmos partículas de poeira MUITO pequenas e não há tantas moléculas de ar na atmosfera quanto aqui, a Dispersão de Mie é o efeito dominante, o que explica as diferenças que vemos entre o céu da Terra e o de Marte.

Existe, ainda, outra forma de dispersão chamada "Dispersão de Raman", que muda a polarização da luz—que, claro, olhos humanos (e a maioria dos sensores dos rovers marcianos) não notam claramente. Você pode meio que perceber este efeito quando estiver usando óculos com lentes polarizadas e olhar para cima da cabeça em um dia bem claro e ensolarado. Pela minha percepção, o azul fica mais escuro e "rico"… Mas não me pergunte por quê!

Não tenho ideia de que efeito a Dispersão de Raman teria no céu de Marte (se é que tem algum). Não temos muitas imagens do céu marciano no zênite tiradas por robôs que estivessem usando óculos de sol esportivos naquele momento.

O QUE EU SUSPEITO:

Nunca vimos o céu de Marte com olhos humanos—coisa que costumamos nos esquecer facilmente já que há inúmeras fotos lindas e coloridas do planeta, tiradas por vários rovers e sondas.

Mas o cérebro se adapta à uniformidade "diminuindo-a". Já que a paisagem de Marte parece ser totalmente vermelha não importa onde você esteja no planeta, talvez nossos olhos/cérebros tendam a "diminuir" o vermelho após algum tempo, o que facilmente mudaria nossa percepção das cores de Marte.

Steve Baker

Blogger em LetsRunWithIt.com 

https://pt.quora.com


quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

ELEFANTE, MORCEGO E LULA


As nebulosas de emissão IC 1396 e Sh2-129 misturam gás interestelar brilhante e nuvens de poeira escura neste amplo campo de visão de 10 graus em direção à constelação do norte de Cepheus, o Rei.

 Energizado por sua estrela central azulada IC 1396 (à esquerda) está a centenas de anos-luz de diâmetro e a cerca de 3.000 anos-luz de distância. As intrigantes formas escuras da nebulosa incluem uma nuvem escura sinuosa popularmente conhecida como Tronco do Elefante abaixo e à direita do centro. 

Com dezenas de anos-luz de comprimento, contém a matéria-prima para a formação de estrelas e é conhecida por esconder protoestrelas em seu interior. 

Localizado a uma distância semelhante do planeta Terra, os nós brilhantes e as cristas de emissão de Sh2-129 à direita sugerem seu nome popular, Nebulosa do Morcego Voador. Dentro do Flying Bat, a adição mais recentemente reconhecida a este zoológico cósmico real é a fraca emissão azulada de Ou4, a nebulosa da Lula Gigante.

Crédito de imagem e direitos autorais: Patrick Hsieh 

M77: GALÁXIA ESPIRAL COM UM CENTRO ATIVO


O que está acontecendo no centro da galáxia espiral M77 próxima? A galáxia de frente fica a meros 47 milhões de anos-luz de distância em direção à constelação do Monstro Marinho (Cetus). 

A essa distância estimada, este lindo universo insular tem cerca de 100 mil anos-luz de diâmetro. Também conhecido como NGC 1068, seu núcleo compacto e muito brilhante é bem estudado por astrônomos que exploram os mistérios dos buracos negros supermassivos em galáxias Seyfert ativas. M77 e seu núcleo ativo brilham nos comprimentos de onda de raios-x, ultravioleta, visível, infravermelho e rádio.

 A imagem nítida de M77 foi tirada pelo Telescópio Espacial Hubble e é dominada pela luz vermelha (visível) emitida pelo hidrogênio. A imagem mostra detalhes dos braços espirais sinuosos da espiral, traçados por nuvens de poeira obscuras e regiões de formação de estrelas de cor vermelha próximas ao núcleo luminoso da galáxia.

Image Credit: Hubble, NASA, ESA; Processing & License: Judy Schmidt


quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

CONHECENDO O TUMBLR



Tumblr

Tumblr (pronuncia-se 'tâmbler') é um site que tem feito muito sucesso no mundo virtual, seja para buscar imagens inspiradoras, textos ou apenas para puro entretenimento. Com certeza você já ouviu falar a respeito dele, mas sabe como usar o Tumblr?

Resumidamente, o Tumblr é uma plataforma gratuita de microblogging com diversas funcionalidades típicas das redes sociais, principalmente a interação com outros usuários e sites - Wordpress, Blogger, Livejournal, Facebook e Twitter. O Tumblr permite a criação de posts de maneira rápida e simples, mas sem deixar o visual atraente – e geralmente minimalista – de lado.

O foco dessa rede social/microblogging é o conteúdo. Os usuários podem postar facilmente fotos, textos, citações, links, conversas, música ou vídeo. Além disso, é possível 'reblogar' algo postado por outro usuário, assim como no Twitter, ou favoritar o conteúdo desejado.

Quer ficar por dentro das melhores notícias de tecnologia do dia? Acesse e se inscreva no nosso novo canal no youtube, o Canaltech News. Todos os dias um resumo das principais notícias do mundo tech para você!

Para deixar o Tumblr com a sua cara, é possível customizá-lo com temas fornecidos pelo próprio site, utilizar códigos HTML disponibilizados na internet ou, se você entender um pouco da linguagem, criar o seu próprio layout.

Como usar o Tumblr?

É muito simples criar a sua própria conta. Basta entrar na página inicial do site, clicar em 'Inscreva-se', e preencher os dados solicitados: seu endereço de e-mail, a senha desejada e o nome do usuário que quer utilizar em seu endereço do Tumblr (ex: http://nomedousuario.tumblr.com).

Logo que finalizar essa etapa, você receberá um e-mail de confirmação. Basta conferir a caixa de entrada do e-mail fornecido na etapa anterior. Assim que você logar no Tumblr, será redirecionado para o painel de controle do seu microblog, o chamado Dashboard, representado no topo da tela pelo símbolo de uma casinha.

A partir do Dashboard você poderá postar o conteúdo que desejar, clicando apenas em cima do tipo de post que deseja fazer: texto, foto, citação, link, música ou vídeo. Todos esses ícones ficam dispostos no topo da página, acima do conteúdo postado por pessoas que você segue, ou os mais populares do momento.

Tumblr

Logo acima dessas opções, ao lado do ícone do Dashboard, existe o desenho de uma carta, onde é possível trocar mensagens particulares com outros usuários do site. Já o ícone com o ponto de interrogação é a área de ajuda, que tira diversas dúvidas a respeito do serviço.

Customizando seu Tumblr

Clicando no símbolo da engrenagem, você terá acesso às suas configurações. Na aba 'Conta', você poderá alterar sua senha, excluir sua página, e até mesmo trocar o idioma para português. Já em 'Painel', é possível alterar as configurações do local onde as pessoas verão o conteúdo postado por você.

Em 'E-mail' você poderá escolher quais notificações deseja receber em sua caixa de entrada. Já na aba 'Aplicativos', você pode gerenciar as aplicações que vier a inserir em sua página.


Temas para o Tumblr

Por fim, uma aba que leva o nome do seu Tumblr irá permitir diversas configurações extras, como alterar ou inserir uma foto em seu avatar, o nome da URL, tema, programar postagens, integrar o conteúdo postado com o Facebook e Twitter etc. É tudo muito intuitivo, ainda mais com a configuração definida para o Português.

Para alterar o layout do seu Tumblr, basta clicar no botão 'Personalizar', logo abaixo da opção 'Tema', conforme podemos visualizar na imagem acima. Cada um dos temas do Tumblr possui sua própria característica. Alguns incluem cores, gráficos, fontes, widgets (Twitter, Flickr, Seguidores do Tumblr, etc.), comentários, Google Analytics e muito mais.


O Tumblr é uma ferramenta muito interessante e gostosa de se usar. Com toda sua simplicidade e variedade de opções, ele nos permite interagir e demonstrar nossos pensamentos de maneira criativa e rápida.

Agora que você já sabe como usar o Tumblr, por que não criar o
 
   Fonte: Canaltech

sábado, 27 de novembro de 2021

FATOS DESCONHECIDOS SOBRE A GALÁXIA DE ANDRÔMEDA

 

Andrômeda

Se eu pudesse lhe dar cinco fatos DESCONHECIDOS sobre a galáxia de Andrômeda, seria um astrônomo extraordinário e estaria na capa da revista Time. Sou apenas um aficionado por astronomia que olha através de um telescópio, lê muito e vasculha a internet em busca de informações interessantes sobre astronomia. No entanto, vou lhe dar cinco ou mais itens interessantes sobre nossa galáxia vizinha que talvez algumas pessoas não conheçam.

Um pouco sobre a galáxia de Andrômeda, ou M31, primeiro.

É a galáxia mais próxima da nossa, a Via Láctea, e uma das poucas galáxias que você pode ver a olho nu SE VOCÊ SABE EXATAMENTE ONDE ELA ESTÁ E COMO VÊ-LA. Tem cerca de 220.000 anos-luz de diâmetro. Está a cerca de 2,54 anos-luz de nossa própria galáxia, ou 25 quintilhões de quilômetros. Contém cerca de um trilhão de estrelas.

Galáxias são enormes cata-ventos contendo bilhões de estrelas cada. Desde que foram criadas, após o Big Bang, elas têm percorrido o universo e estão confundindo os astrônomos porque, em vez de desacelerar como deveriam, estão acelerando. A taxa de expansão do universo está caindo, mas as velocidades das galáxias distantes ainda estão aumentando ou acelerando. Estranho, né?

Via Láctea

Nossa própria galáxia, a Via Láctea, é uma enorme massa giratória de estrelas com braços espirais e nosso próprio sistema solar está residindo em uma das bordas desses braços espirais. Todas as estrelas que você vê no céu noturno estão dentro de nossa própria galáxia. Em uma boa noite, aquela faixa leitosa esbranquiçada que você vê se estendendo pelo céu noturno é, na verdade, massa de estrelas, é brilhante porque você está realmente olhando para o centro de nossa galáxia, onde as estrelas são mais densas.

Andrômeda. Linda galáxia de Andrômeda, que está próxima à constelação de Andrômeda, que tem a forma de uma cornucópia deitada de lado. A galáxia de Andrômeda fica logo acima do centro da constelação. Encontre a estrela Mirach e, em seguida, mova-se lentamente até a próxima estrela mais brilhante em Andrômeda, acima dela, e você verá uma mancha vaga, nebulosa e esbranquiçada. Se você olhar com a visão desviada, você verá, e é incrível porque o que você está olhando é apenas o centro ou a área mais brilhante da enorme galáxia.

Embora Andrômeda seja a maior galáxia do Aglomerado Local, pode não ser a mais massiva. Acredita-se que a Via Láctea contenha mais matéria escura, o que poderia torná-la muito mais massiva.

A Galáxia de Andrômeda está se aproximando da Via Láctea a aproximadamente 100 a 140 quilômetros por segundo. A colisão ocorrerá em cerca de 4,5 bilhões de anos.

Quando Andrômeda e nossa galáxia Via Láctea colidirem, as estrelas nessas galáxias estarão suficientemente distantes umas das outras que é improvável que qualquer uma delas colida individualmente. Algumas estrelas serão ejetadas da galáxia resultante, apelidada de Milkômeda ou Milkdrômeda. Mas não se preocupe, nessa época, o sol começará o processo de queima de hélio, se transformando em uma estrela gigante vermelha. Quando ele se expandir, suas camadas externas irão consumir Mercúrio e Vênus e alcançar a Terra. Após a colisão, a fusão das galáxias da Via Láctea e de Andrômeda acabará sendo uma galáxia elíptica gigante.

A galáxia de Andrômeda tem um grande aglomerado de estrelas em seu coração. Ela também tem um buraco negro supermassivo em seu núcleo.

A Galáxia de Andrômeda tem pelo menos dois braços espirais, além de um anel de poeira que pode ter vindo da galáxia menor M32. Os astrônomos acham que ele pode ter interagido mais intimamente com Andrômeda várias centenas de milhões de anos atrás, quando o M32 mergulhou no coração de seu vizinho maior.

Os cientistas acreditam que cerca de 5 a 9 milhões de anos atrás, pequenas galáxias colidiram e criaram Andrômeda.

Alguns cientistas preveem que nosso Sol pode um dia se mover e se tornar parte da Galáxia de Andrômeda. (Isso é interessante. Vou ter que verificar isso.)

O que descobri recentemente que me surpreendeu totalmente foi isso. Quando minhas irmãs mais velhas, Lori, Tracy e eu encontramos a galáxia de Andrômeda em uma noite clara no lago (somos fãs de astronomia), vimos uma mancha esbranquiçada e nebulosa a olhos nus. Lá estava a enorme galáxia de Andrômeda. MAS, o que não sabíamos na época, era que isso era apenas o centro de tudo, a parte mais brilhante.

Se nossos olhos pudessem captar a luz como uma câmera de lapso de tempo, a galáxia de Andrômeda seria assustadoramente enorme no céu noturno. Eu nunca percebi o quão grande ela realmente é se pudéssemos ver tudo.

Abaixo, o tamanho real da galáxia de Andrômeda no céu noturno se pudéssemos vê-la como realmente é mostrada, ao lado de nossa lua. Uau! O que minhas irmãs e eu estávamos olhando aqueles anos atrás que pensávamos ser a galáxia inteira era apenas a área brilhante no centro. Nunca imaginamos o quão grande Andrômeda realmente era no céu noturno.

Colisão entre as galáxias de Andrômeda e Via Láctea acima. O que acontecerá com nosso próprio sistema solar quando isso ocorrer?

Com base em cálculos atuais, eles preveem uma chance de 50% de que em uma galáxia fundida, o Sistema Solar será varrido três vezes mais longe do núcleo galáctico do que sua distância atual. Eles também preveem uma chance de 12% de que o Sistema Solar seja ejetado da nova galáxia em algum momento durante a colisão. Tal evento não teria efeito adverso no sistema e as chances de qualquer tipo de distúrbio no Sol ou nos próprios planetas podem ser remotas.

Quão incrível é isso?

FONTE INTERNET

  


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segunda-feira, 11 de outubro de 2021

PLANETA DE CARBONO

 


1. Eles podem ser ricos em diamantes

Uma espessa camada de diamante, desde que haja pressão suficiente, poderia existir sob uma cobertura de carbono na forma do mineral, grafite, que pode ser encontrada na própria grafite de lápis. Os diamantes também podem explodir de vulcões na superfície dos planetas de carbono, cuspindo montanhas dessas joias.

2. Podemos ter encontrado candidatos

Achamos que existem pelo menos duas possibilidades de mundos de carbono, ou planetas de diamante, entre o incrível número de exoplanetas que detectamos até agora. Um poderia ser em torno do pulsar PSR 1257 + 12 que se formou a partir do rompimento de uma estrela produzindo carbono. Um segundo pode ser o planeta que conhecemos como 55 Cancri e, pesando cerca de 7,8 massas da Terra e girando em torno de sua estrela semelhante ao Sol 55 Cancri A - uma estrela que faz parte do binário 55 Cancri - em relativamente curtas 18 horas. Este candidato em particular mostrou algumas evidências de ser banhado em grafite ou diamante, em vez de água e granito a que estamos acostumados aqui na Terra.

3. Eles não têm neve além da linha de neve

Pensa-se que cometas e possivelmente asteróides entregaram água ao nosso planeta no início da história do Sistema Solar. Acredita-se que esses viajantes distantes tenham começado sua jornada muito além da Terra, muito além de uma fronteira conhecida como linha da neve, antes de colidir com sua superfície e depositar sua água, anteriormente bloqueada como gelo. Ainda assim, sobrepondo o modelo do nosso Sistema Solar sobre os sistemas planetários contendo mundos de carbono, os astrônomos descobriram que a água, não importa em que corpo esteja, simplesmente desaparece além da linha de neve.
O que isso significa agora é que os mundos de carbono são o lar de uma superfície de materiais orgânicos congelados, como alcatrão ou metano, bem como monóxido de carbono asfixiante. Você teria dificuldade em encontrar oceanos de água em suas superfícies e isso ocorre porque o carbono excessivamente abundante encontrado nos sistemas estelares em desenvolvimento agarraria qualquer oxigênio, recusando-se a deixar a água se formar, fazendo com que ficassem bastante secos.

4. A chuva de hidrocarbonetos pode gotejar de suas atmosferas nebulosas

Se um mundo de carbono tem uma temperatura fria o suficiente - em torno de 77 graus Celsius - um ciclo seria iniciado onde a chuva, feita de materiais orgânicos, cairia sobre a superfície de uma atmosfera abundante em dióxido de carbono ou monóxido de carbono junto com alguns outros gases. Essa combinação de gases faria com que seus céus ficassem incrivelmente densos com a poluição.

5. É provável que aumentem

Esses mundos provavelmente estão próximos ao centro de nossa galáxia ou nos aglomerados globulares encontrados orbitando-a. Isso ocorre porque é mais provável que você encontre estrelas antigas nesses lugares. Quando essas estrelas antigas passam, elas expelem quantidades gigantescas de carbono e passam a criar esses planetas incomuns. Todas as estrelas devem acabar, então faz sentido que, à medida que mais e mais gerações se extinguem, encontraremos mais e mais mundos de carbono.

Crédito da imagem: NASA



sexta-feira, 8 de outubro de 2021

A HORA DO COMETA



Considerado pelos astrônomos um dos maiores cometas já vistos, o Bernardinelli-Bernstein, que saiu da borda do Sistema Solar, está vindo em direção à Terra. Ele tem 150 km de diâmetro, sendo cerca de 31 vezes maior que qualquer outro já observado pelos cientistas.

O cometa foi identificado pela Agência Espacial Americana (NASA), no ano de 2014, porém somente este ano — sete anos depois — que os cientistas conseguiram encontrá-lo. Nomeado em homenagem aos cientistas que o descobriram, dos quais um é brasileiro, o Bernardinelli-Bernstein, em um primeiro momento, foi confundido com um tipo de astro conhecido como “planeta-anão”.

Porém, conforme ele foi se aproximando do nosso planeta, os astrônomos puderam observar que, na verdade, era o cometa identificado em 2014. Pelos próximos anos, ele deve se aproximar ainda mais da Terra, dando aos cientistas a oportunidade de entender mais sobre a formação do Sistema Solar.

O que é um cometa?

Os cometas orbitam o sol e apresentam semelhanças com os asteroides, mas sua composição é diferente. Eles são bolas maciças feitas basicamente de gelo, poeira e algum material rochoso. Sua estrutura física é dividida em núcleo, cabeleira ou coma, e a cauda — que pode se estender por milhões de quilômetros.

Outro fato curioso é que eles podem ser periódicos (como o cometa Halley, que passa pelo Sistema Solar a cada 76 anos) e não periódicos, os que entram e saem rapidamente do Sistema Solar.

De acordo com a NASA, existem 3.743 cometas conhecidos pelo ser humano.

Por que o cometa Bernardinelli-Bernstein é quase uma “estrela do rock”?

Até então, os cientistas tinham conhecimento de cometas de 3 a 5 km de diâmetro, o que pode ser comparado ao tamanho de um pequeno vilarejo, por exemplo. Porém, o Bernardinelli-Bernstein, especificamente, tem aproximadamente 150 km de diâmetro. É quase a distância entre o Rio de Janeiro e Cabo Frio.

Apesar do seu tamanho e de sua rota, não há com o que se preocupar: sua órbita está e permanecerá muito longe da Terra. O mais perto que ele deve chegar do nosso planeta é cerca de 2,5 bilhões de quilômetros de distância do Sol, e isso só no dia 21 de janeiro de 2031.

Fonte: Victor Mendes (Quora)

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quinta-feira, 9 de setembro de 2021

MEU VÍCIO



Quando eu pegava meu bloquinho onde escrevia meus poemas começava a pensar, o que vou escrever?  um poema ou poetrix?  Me enrolo no uso das palavras tão vulgarizadas  que começo a ter vergonha das minhas próprias poesias. tão cheias de erros - Não me preocupo em fazer rimas nem com a métrica, deixo os pensamentos caírem no papel, ou melhor na tela do computador.  

Não sou bacharel em literatura, não tenho faculdade de letras, não tenho pretensões de ser um Paulo Coelho ou um Fernando Veríssimo, nem publicar um livro, então porque escrevo? Por puro passatempo.

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 Nem sei dizer se estes rabiscos que faço servem para alguma coisa, Infelizmente, essa é a verdade. Como eu, muita gente perde tempo com versos insalubres quando poderia estar comendo uma pizza na Parmê, conversando com amigos ou andando pelas ruas, olhando as vitrines a procura de novidades, ou mesmo olhando revistas na banca da esquina. 

Desde pequeno sempre li muito, Gibi, jornal, livros de todos os autores do mundo, hoje em dia quem tem paciência para ler "Guerra e Paz" de Leon Tolstoi?

Recebo centenas de poesias de amigos em meu E-Mail e outra centena de Spams, gasto preciosos minutos apagando e fazendo limpeza no Outlook.

A maior parte das poesias vem com imensas imagens que desviam a atenção do texto, Procuro valorizar mais o texto que as imagens embora saiba também aprecia-las, pois as imagens não deixam de ser legítimas produções criativas. Mas mas não devem ser usadas para desviar a atenção de outra arte.  

Para mim, a necessidade de colocar meus pensamento no papel é um vício, mas nem sempre encontro as palavras corretas para me expressar com clareza, dependendo da inspiração, posso escrever um Poetrix, uma poesia ou um texto mais longo como uma crônica.

E aqui estou eu, a escrever a toa!

Geraldo de Azevedo 

geraazevedo.prosaeverso.net