sábado, 29 de março de 2008

LÁGRIMAS DE BREU

Procurando quem eu amo
Por mais difícil que seja
Me vejo chegando ao fim
O pouco que de mim fizeste
Com um olhar distante e frio
Você partiu meu coração
E destruiu o meu amor.
Não é sóbrio nem insano
Que vira um triste desatino
Quando chegou a madrugada
Me deu vontade de gritar.
Como as cores do arco-íris
Que acalenta o meu olhar
No clarão da lua cheia
No chão da noite, vaga-lumes
São como estrelas a bailar.
Em meio às gotas de sereno
Que são lagrimas de breu
As minhas faces vem molhar
Porém, hoje me alegrei
O que eu queria eu sentia
E nada disso existia
Ter-me, sempre com você.

© Geraldo de Azevedo

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