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domingo, 16 de maio de 2010

VACINAÇÃO H1N1

A uma semana de terminar a terceira e última etapa da vacinação contra o vírus Influenza A H1N1, a gripe suína, a estimativa de imunizar pelo menos 80% de cada grupo, preconizada pelo Ministério da Saúde, continua abaixo da meta em Volta Redonda, segundo dados divulgados ontem pelo Setor de Epidemiologia da secretaria municipal de Saúde.

Até agora, foram vacinados 73% das gestantes (2.147), 74% dos adultos entre os 20 e 29 anos (33.560), 18.892 doentes crônicos e 120% das crianças de seis meses a 2 anos (5.820). Na primeira semana da vacinação de pessoas com idade entre 30 e 39 anos foram vacinadas 5.407 indivíduos, o que corresponde a 14% do total esperado desse público. Um total de 65.826 pessoas imunizadas. A vacinação segue até a próxima sexta-feira.

A coordenadora do Setor de Epidemiologia da secretaria municipal de Saúde, Ana Valéria Maia, informou que até o dia 21, quando termina a última etapa da imunização, os profissionais de saúde estarão aplicando a dose da vacina em todos os postos do município, das 7 às 17 horas. "Vale ressaltar que o Cais do Conforto, Aterrado e o também posto de Pronto Atendimento 24 horas da Santa Cruz não estão promovendo a vacinação", lembrou ela.

Ana Valéria informou que é pouco provável que o Ministério da Saúde prorrogue o prazo da campanha e alertou sobre a importância da vacinação. "Não há como prever se o Ministério da Saúde irá prorrogar a vacinação. Por isso é importante que as pessoas que ainda não foram vacinadas compareçam a um posto de saúde para serem imunizadas contra a gripe suína até a próxima sexta-feira", disse Ana Valéria.
Efeitos colaterais
Ana Valéria informou também que os efeitos colaterais esperados da vacina são dor na área da injeção e febre. "Algumas pessoas estão deixando de se vacinar com medo dos efeitos colaterais. Os efeitos existem, mas basta tomar um remédio. Do contrário, se a pessoa não for vacinada, ela está aumentando a sua possibilidade de adoecer. Uma pessoa que apresentou gripe, por exemplo, provavelmente já estava com o vírus da gripe em período de incubação (7 dias) e coincidentemente começou a apresentar os sintomas após ter recebido a dose da vacina. Neste caso a vacina não é a responsável por a pessoa ter ficado adoentada", explicou a coordenadora.

Foto - Felipe Vieira

No final: Próxima semana é a última para quem quiser se vacinar contra a gripe suína

Em BM, imunização de gestantes e jovens não alcança meta

Barra Mansa

De acordo com a enfermeira responsável pela imunização contra a Influenza A H1N1, do Setor de Epidemiologia da secretaria municipal de Saúde de Barra Mansa, América Vanuza Oliveira Leite, a meta de vacinação em Barra Mansa não foi alcançada para as gestantes e para a população de jovens entre 20 e 29 anos.

Segundo dados da secretaria municipal de Saúde, 1.451 gestantes se vacinaram na cidade, ou seja, apenas 68% da população estimada. Entre os jovens de 20 a 29 anos, 73% receberam a vacina, enquanto cerca de 3.798 crianças com idade entre seis meses e dois anos foram vacinadas, totalizando 112% da população. Os dados apontam ainda que 93% dos portadores de doenças crônicas com idade abaixo de 60 anos foram imunizados e 112% da população idosa recebeu a vacina. Os números apontam ainda que, até o momento, apenas 52% da população com idade entre 30 a 39 anos foi imunizada.

De acordo com América Vanuza, aqueles que não se vacinarem até o dia 21 de maio não poderão mais ser imunizados. Segundo ela, não há informação sobre uma possível prorrogação. - A próxima semana será a ultima chance para aqueles que ainda não se vacinaram. Por isso fazemos um apelo para que principalmente as gestantes que ainda não se imunizaram compareçam aos postos de saúde, já que pertencem ao grupo que apresentou maior número de óbito no ano passado.

Outro apelo é que os idosos continuem procurando os postos de saúde para receberem a vacina contra a gripe comum, pois o inverno está chegando e a doença costuma se desenvolver de maneira mais grave na população acima de sessenta anos - afirmou a enfermeira.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

CHATROULETTE, QUE É ISSO?

Chat Roulette, aquele serviço que vem chamando a atenção de toda a mídia nos últimos dias, não tem nada de muito complicado: Você acessa o site, liga a webcam e o microfone, e fica esperando alguém aparecer pra falar com você. E esse ‘alguém’ pode ser qualquer um (até mesmo personalidades famosas). Não gostou da conversa ou da pessoa? Clica em “Next”, e você pula pra próxima conversa com uma pessoa escolhida aleatoriamente. A graça é que, ao invés de ficar apenas no texto ou em fotos das pessoas conversando, você pode papear pela webcam com uma pessoa qualquer no mundo.

Parece bobo? Não só parece, como é. Na verdade, o serviço em si só ficou famoso por permitir o uso de uma webcam, que permite que você veja a pessoa do outro lado (E, sim, esse é um lugar onde eventualmente você VAI encontrar pervertidos e malucos de todo o tipo)

Apesar de ser considerado um fenômeno, a pergunta que fica no ar é: qual é a graça de conversar com estranhos? O que move as pessoas a entrarem em uma roleta de pessoas e conversar ou descartar alguém?
Para a estudante de sociologia Juliana Vlastuin, “serviços como o Chatroulette fazem sucesso porque são formas mais fáceis de experimentar coisas diferentes, sem precisar passar pelos constrangimentos das relações ‘cara a cara’”.

A estudante completa afirmando que “a despersonalização, ou seja, o que eu faço, gosto ou acredito no mundo real, não é tão importante nestes casos, pois eu posso assumir um caráter que pode ser mudado de acordo com a situação ou com o que eu procuro na internet”.
Com estas afirmações, é possível concluir que as novas experiências ou a expectativa pelo que virá com o botão “Next” é o que move as pessoas a acessar serviços de chat randômico. Da mesma forma que as salas de bate-papo já foram uma febre há alguns anos, uma nova maneira de conhecer pessoas, de forma descompromissada parece ser uma necessidade dos usuários.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

ENGANANDO O CONSUMIDOR

Outro dia, entrei num supermercado para comprar orégano e adquiri uma embalagem (saquinho) do produto, contendo 3 g, ao preço de R$ 1,99. Normalmente esse tipo de produto é vendido nos supermercados em embalagens que variam de 3 g a 10 g.
Cheguei a casa e resolvi fazer os cálculos e constatei que estava pagando R$ 663,33 pelo kg do produto. Será que uma especiaria vale tudo isso ? Agora, com mais este exemplo abaixo de produtos vendidos em pequenas porções, fico com a sensação que as indústrias se utilizam "espertamente" desse procedimento para desorientar o consumidor, que perde totalmente a percepção real do valor que está pagando pelos produtos.
Acho que todos os fabricantes e comerciantes deveriam ser obrigados por lei (mais uma?) a estamparem em locais visíveis, os valores em kg, em metro, em litro e etc. de todas e quaisquer mercadorias com embalagens inferiores ao seu padrão de referência. Entendo que todo consumidor tem o sagrado direito manter a percepção correta e transparente do valor cobrado pelos fabricantes e comerciantes em seus produtos.

VEJAM O ABSURDO: Vocês sabem o que custa quase R$ 13.575,00 o litro ?
Resposta: TINTA DE IMPRESSORA!
VOCÊS JÁ TINHAM FEITO O CÁLCULO? Vejam o que estão fazendo conosco. Já nos acostumamos aos roubos e furtos, e ninguém reclama mais.
Há não muito tempo atrás, as impressoras eram caras e barulhentas.
Com as impressoras a jatos de tinta, as impressoras matriciais domésticas foram descartadas, pois todos foram seduzidos pela qualidade, velocidade e facilidade das novas impressoras. Aí, veio a "Grande Sacada" dos fabricantes: oferecer impressoras cada vez mais e mais baratas, e cartuchos cada vez mais e mais caros.
Nos casos dos modelos mais baratos, o conjunto de cartuchos pode custar mais do que a própria impressora. Olhem o cúmulo: pode acontecer de compensar trocar a impressora do que fazer a reposição de cartuchos.
VEJAM ESTE EXEMPLO:
Uma HP DJ3845 é vendida nas principais lojas por aproximadamente R$170,00; a reposição dos dois cartuchos (10 ml o preto e 8 ml o colorido), custa em torno de R$ 130,00.
Daí você vende a sua impressora semi-nova, sem os cartuchos, por uns R$ 90,00 (para vender rápido); junta mais R$ 80,00 e compra uma nova impressora com cartuchos originais de fábrica. Os fabricantes fingem que nem é com eles; dizem que é caro por ser "tecnologia de ponta".
Para piorar, de uns tempos para cá passaram a DIMINUIR a quantidade de tinta (mantendo o preço).Um cartucho HP, com míseros 10 ml de tinta, custa R$ 55,99. Isso dá R$ 5,59 por mililitro.
Só para comparação, a Espumante Veuve Clicquot City Travelle custa, por mililitro, R$ 1,29. Acrescentando: as impressoras HP 1410, HP J3680 e HP3920 usam os cartuchos HP 21 e 22, que estão vindo somente com 5 ml de tinta!
A Lexmark vende um cartucho para a linha de impressoras X, o cartucho 26, com 5,5 ml de tinta colorida, por R$75,00.Fazendo as contas: R$ 75,00 / 5.5ml = R$ 13,63 o ml. > R$ 13,63 x 1000ml = R$ 13.636,00
Vejam só: R$ 13.636,00 , por um litro de tinta colorida. Com este valor, podemos comprar, aproximadamente:
- 300 gr de OURO;
- 3 TVs de Plasma de 42';
- 1 UNO Mille 2003;
- 45 impressoras que utilizam este cartucho;
- 4 notebooks;
- 8 Micros Intel com 256 MB.
Ou seja, um assalto !
Ficaram indignados? Então repassem isso para os fabricantes que alegam que o povo não reclama de nada.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

ALAGAMENTOS DESABAMENTOS E MORTES

Se você pensar bem descobrirá que os alagamentos, deslizamentos e mortes não são de responsabilidade de Deus, ou de São Pedro que enviou o excesso de chuvas, sempre os maiores em décadas.
Verá que o caos urbano é conseqüência da absoluta ineficiência dos gestores públicos que não medem esforços para enriquecerem, mas medem muito os esforços para resolverem os reais problemas que geram os desastres quando o excesso de chuva precipita concentrado.

No Rio é fácil, todos jogam o que tem nas mãos na rua, latas de lixo pra que? Sempre foi assim. O governo federal manda dinheiro para o combate a Dengue e os carros doados viram criadouros dos mosquitos esquecidos em terrenos da prefeitura. Os hospitais são caóticos e superlotados, assim como as prisões.
O tráfico de drogas domina boa parte da cidade, a parte que sobra é dominada pelas milícias. Policiais são endeusados em filmes de cinema e esquecidos nos quartéis sem estrutura. Investem milhões em divulgação de candidaturas mas se esquecem de investir em saúde, segurança, ensino.
Mas para eles está tudo bem, fizeram o PAN, olha que maravilha de organização, e ninguém comenta que o tal legado de bilhões de reais já está deteriorado devido a péssima gestão dos recursos.
Mas vão gastar ainda mais com outros dois mega eventos e a discussão é sobre como as festas de aberturas podem ser bonitas, com muito samba e cerveja nem sempre gelada. As redes de televisão contribuem para que a cidade fique ainda mais bonita.
Olha o Leblon que lindo em mais uma novela. Tudo bem, o Rio cheira bem e no próximo verão a Madona vai cantar na praia outra vez, só não pise na água do mar para evitar doenças contagiosas.
Que me desculpem os fluminenses, uma vez que os cariocas foram extintos junto com a Guanabara, mas tais coisas só acontecem ali devido a imensa irresponsabilidade com que todos lidam com a política e as coisas públicas.
São décadas de eleitos irresponsáveis que só vêem o Rio em estado de festa.
O fenômeno se dá desde a eleição e reeleição do velho Brisa, que foi o maior incentivador da favelização da cidade maravilhosa.
Depois entraram na fria dos Garotinhos e passaram a coroa para o César, aquele que ao invés de ensinar a população do cartão postal que jogar lixo na rua pode ser perigoso para elas próprias, gastou uma fortuna criando um obelisco em Ipanema.
Agora vem o Paes, apelidado por lá de Pasmonha, querer ensinar o que não fez até hoje.
Ou os fluminenses acordam e aprendem a eleger pessoas que gostem mais do estado do que do dinheiro que ele pode proporcionar, ou ficarão eternamente iludidos de que vivem num caos realmente maravilhoso, cercados por montanhas lindas e morros exuberantes.
Mas olha, eles ganharam as olimpíadas, lá tem carnaval e a copa do mundo é deles.

Transcrito: http://vizinhodojefferson.blogger.com

quarta-feira, 17 de março de 2010

INCLUSÃO DIGITAL EM FAVELAS BRASILEIRAS AINDA É DESAFIO

A internet criou novas oportunidades para muitas pessoas enriquecerem ao redor do mundo. Mas será que os benefícios gerados pelo acesso à rede estão chegando aos mais pobres? Uma favela brasileira é um bom lugar para descobrir.
Babilônia é uma favela no Rio de Janeiro com cerca de 80 mil moradores, a maioria muito pobre. A comunidade fica próxima da famosa praia de Copacabana e até recentemente era um lugar perigoso para se viver.
Até alguns meses atrás, antes da polícia ocupar a área e retomar o controle do local, a favela era comandada por traficantes.

No entanto, apesar do ambiente incerto, alguns moradores da favela usam a internet de maneira bastante sofisticada.
Usuários da rede, ao contrário do que acontece em outras comunidades pobres ao redor do mundo, não encontram dificuldades técnicas para acessar a internet na favela da Babilônia, localizada próxima do coração do Rio de Janeiro, onde a rede de comunicação é boa.
Poucas pessoas, no entanto, têm um computador conectado à rede em casa. O acesso é feito em internet cafés, também conhecidos como "lan houses".

Papel da internet

O primeiro lugar que visitei foi uma creche administrada por uma instituição de caridade. Os funcionários do local cuidam das crianças da comunidade enquanto os pais estão no trabalho.
E a continuação do funcionamento da creche só é possível pela arrecadação de fundos feita graças à internet, que tem papel crucial para manter o local aberto.
"Nós levantamos 60% dos nossos fundos mandando apelos através de e-mails", explica a administradora da creche, Antonia Nascimento.
Nascimento conta que depende das doações de pessoas que moram fora da favela e de patrocinadores corporativos para pagar os funcionários e manter o prédio que abriga a creche.
"Se você for ligar para um diretor de uma grande companhia, você não vai conseguir chegar até ele através do telefone, então você lhe manda um e-mail e, quando ele tiver tempo, ele pode ver o seu pedido", afirma ela.
"Talvez poderíamos manter a creche sem a internet, mas seria muito difícil", disse.
Além do papel importante na manutenção da creche, a internet também é usada para mnter contato com os pais das crianças.
Em um bar da favela, conheço um homem de aparência dura que administra um negócio para conserto de motocicletas. Morelio, de 28 anos, afirma que pretende anunciar seu serviço na internet para conquistar mais clientes.
"Há muita competição. A internet pode realmente aumentar a percepção dos meus serviços", diz Morelio.
Ele alega que seu negócio depende muito de recomendações boca a boca de clientes satisfeitos.
"Se eu pudesse anunciar estas recomendações na internet realmente iria me ajudar a conseguir mais clientes", afirma.

Apelo tecnológico

A mensagem que estes dois pequenos exemplos transmite é que, quando dada a oportunidade, pessoas em comunidades pobres usam a internet para ganhar vantagens econômicas de maneira bem parecida à praticada por qualquer outra pessoa.
Babilônia é uma das muitas favelas no Brasil que recebe ajuda do Centro de Inclusão Digital (CDI), instituição que trabalha com comunidades carentes para aumentar o acesso à tecnologia.
"Traficantes representam modelos porque eles têm poder, mulheres e dinheiro. O que precisamos fazer é criar alternativas", afirma o diretor do CDI, Rodrigo Baggio.
Ele sustenta que, de maneira geral, as crianças nas favelas veem a internet e a tecnologia como algo "legal" e um passaporte para uma vida melhor, oferecendo chances de conseguir um melhor emprego.

Questões culturais

No entanto, Kathi Kitner, que trabalha como antropóloga para a fabricante de chips Intel, ressalta que não é suficiente simplesmente fornecer a tecnologia.
Segundo ela, projetos de inclusão digital de sucesso devem ser acompanhados de medidas que apóiem os esforços das pessoas de criar renda a partir do uso da rede.
De acordo com Kitner, é necessário haver uma noção de “sensibilidade cultural”.
Ela cita, por exemplo, que na Índia, o sistema de castas rurais ainda é muito forte, então é importante saber onde colocar os computadores conectados, pois há lugares é proibida a entrada de pessoas de castas mais baixas.
"Há uma tendência de que pessoas de classe média sejam as primeiras a usar a internet, porque elas têm mais conhecimento de como usar um computador. Isso não é algo ruim, mas é normalmente errado assumir que este conhecimento irá chegar aos mais pobres", afirma Kathi Kitner.
Potencialmente, a internet é uma ferramenta poderosa para que pessoas na base da pirâmide social melhorem de vida, mas fazer com que isso funcione ainda não é fácil.
Mark Gregory
BBC News

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

ZILDA ARNS MORRE EM TERREMOTO NO HAITI

O tremor de 7 graus na escala Richter que atingiu a capital do Haiti, Porto Príncipe, na tarde da terça-feira causou a morte da médica sanitarista Zilda Arns Neumann, fundadora da Pastoral da Criança, além de 11 militares brasileiros que integravam a missão de paz da ONU no país. Ainda não há uma contagem oficial de mortos, mas teme-se que centenas ou até milhares de pessoas possam ter morrido e até 3 milhões de pessoas tenham sido afetadas, segundo a Cruz Vermelha Internacional, no maior terremoto no país em dois séculos.
Zilda Arns, irmã do arcebispo emérito de São Paulo, Dom Paulo Evaristo Arns, teria morrido após escombros caírem sobre ela.
Ela estava no Haiti em uma missão da organização, participando de encontros com religiosos haitianos, segundo a Pastoral da Criança.

UMA VIDA DEDICADA AO BEM
Zilda Arns Neumann, médica pediatra, sanitarista e especialista em Pediatria Social e Saúde Pública, é a criadora da bem-sucedida metodologia aplicada no trabalho da Pastoral da Criança, organismo da CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – que ela coordena desde 1983. Com sede em Curitiba (PR), a Pastoral presta atendimento básico a crianças nas áreas de saúde pública, nutrição e educação. Zilda nasceu em 25 de agosto de 1934, em Santa Catarina.

Aos 73 anos, ela já foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz três vezes seguidas e recebeu 19 prêmios entre 1988 e 2002. Por exemplo, uma menção especial pela UNICEF – Brasil como personalidade brasileira de destaque no trabalho em prol da saúde da criança; o Prêmio Internacional OPAS – Organização Pan-americana de Saúde, em Administração Sanitária, em 1994, e o título de Heroína da Saúde Pública das Américas, em 2002.
Antes de começar a coordenar a Pastoral, Zilda atuou em diversas outras frentes. Trabalhou como pediatra no Hospital de Crianças Cezar Pernetta, em Curitiba, onde lidava com bebês menores de um ano, como diretora técnica da associação filantrópica Sara Lattes e como chefe da divisão de Proteção Social do departamento da Criança da Secretaria de Saúde Pública do Paraná. Em 1980, durante a primeira epidemia de poliomielite no Estado, coordenou a campanha de vacinação Sabin. Dois anos depois, em 1982, uma comunidade de bóias-frias localizada no município de Florestópolis, no Paraná, foi escolhida para a experiência piloto da implantação do projeto de Zilda, por apresentar índices alarmantes de mortalidade infantil – 127 por mil nascidos vivos. Depois de fazer um treinamento na John Hopkins University, nos EUA, ela foi convidada em 1983 pela CNBB e pela Unicef para fazer, com a Igreja, um trabalho pela sobrevivência infantil, tornando-se coordenadora nacional da Pastoral da Criança.
Zilda Arns morreu em 12 de janeiro de 2010 em um terremoto no Haiti, onde iria ministrar uma palestra na conferência Nacional dos Religiosos do Caribe.

domingo, 13 de dezembro de 2009

ENGABELANDO OS APOSENTADOS

Os aposentados do INSS estão sendo, mais uma vez, logrados pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Renegando propostas que sempre defenderam, quando na oposição, o chefe do governo e seus partidários, com apoio da base aliada, vão engabelar mais uma vez os trabalhadores.
Dentro da População Economicamente Ativa do Brasil é crescente o número dos assalariados que ganham mais do que um salário mínimo.
Muitos deles, ao longo de toda sua vida profissional, recolhem, aos cofres da Previdência Social, contribuições pelo teto do INSS.
Para esses brasileiros, a aposentadoria, longe de ser prêmio por uma vida dedicada ao trabalho, é um castigo e uma ameaça.
Castigo porque, ao se aposentarem, recebem apenas uma fração do que ganhavam na ativa. Ameaça de perda de qualidade de vida, pois, com o que passam a receber, não conseguem sustentar o padrão de vida a que, até então, estavam habituados.
Na prática, o sistema atual os impede de se aposentarem de verdade e os compele a permanecerem no mercado de trabalho, desempenhando alguma ocupação enquanto suas forças o permitirem, sem o que não conseguem arcar com os gastos crescentes com planos de saúde e medicamentos.

O governo, à moda de Maquiavel, tem desenvolvido a tática de jogar os pobres contra os mais pobres. Reajusta as aposentadorias iguais ao salário mínimo pelo índice daquela remuneração e paga aos demais trabalhadores um índice menor.

Com isso, ano após ano, reduz os seus ganhos reais, distanciando-os cada vez mais do salário que um dia tiveram.
Em meses recentes, a discussão no Congresso, em busca de uma solução estrutural para esse drama, ganhou densidade com uma Proposta de Emenda Constitucional do senador Paulo Paim (PT/RS).
Apoiado em estudos consistentes, aquele parlamentar demonstrou, no Legislativo, que o fator previdenciário, redutor adotado para equilibrar os gastos da Previdência, pode, hoje, ser dispensado.
A base governista foi mobilizada contra o projeto e, após muita negociação inconclusiva, o governo, mais uma vez vai driblar os aposentados com uma medida não estrutural. Através de Medida Provisória, concederá, em 2010, um aumento maior aos aposentados que recebem mais de um salário mínimo.
Esse alívio parcial mantêm o futuro dos aposentados envolto no pesado manto da incerteza.

Antonio Carlos Pannunzio é deputado federa pelo PSDB-SP

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

ZOOM DE UM DENTE

Se você pensa que já viu de tudo, está muito enganado. Que tal ver um dente bem de perto?



Agora, quando você for ao dentista, lembre-se de mostrar para ele todo o conhecimento que você adquiriu com esse vídeo.



Baixe este jogo para seu Celular - War Diary Torpedo

domingo, 29 de novembro de 2009

JOSELITO

CARREIRA INFANTIL
Protagonizou alguns filmes musicais bastante populares na década de 1950.
Sua voz infantil era privilegiada para emissão de sons agudos prolongados.
Gravou diversos discos solo , e um com Libertad Lamarque.
É contemporâneo de Marisol, fenómeno idêntico do Cinema espanhol, com quem atuou em canções e filmes infanto-juvenis. Quando adulto, devido as mudanças na sua voz, e sulcessivos fracasos terminou como empresario do ramo ... sendo preso alguns anos depois por trafico de Armas e drogas, sempre alegando inocência, pois se tratava de un caçador e colecionador de armas ... Livre, vez algumas aparicões furtivas, sendo a mais importante, a aparição em 2008 no programa "El Sobreviviente".
Após adulto passou a cantar baladas românticas.
Teve uma vida atribulada, servindo como mercenário em África. Foi detido pela polícia angolana por tráfico de armas e drogas (1990), preso cinco anos em Espanha por envolvimento no negócio de cocaína[1].
Após voltar, retomou a carreira de cantor.
Apareceu no programa da TVE Cine de Barrio no dia 16 de dezembro de 2006.
Em 2008 participou no reality show Supervivientes, do Telecinco, permanecendo duas semanas, até 31 de janeiro de 2008.

FILMOGRAFIA
El pequeño ruiseñor ' (1956)
Saeta del ruiseñor (1957)
El ruiseñor de las cumbres (O rouxinol das montanhas)(1958)
Las Aventuras de Joselito y Pulgarcito (1959)
Escucha mi canción (Escuta minha canção)(1958)
El pequeño coronel (1959)
Aventuras de Joselito en América (1960)
Bello recuerdo (1961)
Los dos golfillos (1961)
El caballo blanco (1962)
El secreto de Tomy (1963)
Loca juventud (1965)
La vida nueva de Pedrito de Andía (1965)
El falso heredero (1966)
Prisionero en la ciudad (1969)

Página de joselito:

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

FRUSTRAÇÃO

Quem me conhece não me vê como uma pessoa com preconceitos, mas sou muito honesto ao dizer que certas condutas sociais me desagradam muito. Enquanto vemos algumas autoridades, agindo de maneira pouco honesta ou com demagogia, dizendo que vai resolver todos os problemas do cidadão e no fim nada resolve aumentando apenas os custos do Estado, acredito que tudo tem que ter um limite. Limite este que parece não estar mais cabendo na cabeça da sociedade e na vida dos cidadões..

Cada um tem o direito de fazer da sua vida o que quiser, mas este direito um termina onde começa o do outra pessoa, e isso é uma coisa que quase todo mundo sabe mas não pratica. Um cidadão tem o direito de se sentir discriminado podendo até mesmo brigar na justiça pelo seus direitos.

Muitas vezes erramos ao planejar o dia porque queremos tudo ao mesmo tempo. Não é preciso dizer que esta não é a maneira correta para que nos estejamos satisfeitos com nossa maneira de agir.

Uma pessoa frustrada produz uma barreira na comunicação. Inconscientemente ela bloqueia o que lhe é dito, A pessoa frustrada não vê solução para os problemas que lhe são apresentados diariamente, O que lhe provoca um negativismo muito grande, podendo ser assimilado por outras pessoas facilmente influenciáveis.

O homem precisa acreditar mais em si mesmo, em sua capacidade ao invés de dar ouvidos a assuntos sem interesse. E para que comecemos a confiar mais em nós mesmos, é preciso que ele mude sua rotina, iniciando pelo seu despertar. .

Antes de levantarmos da nossa cama é muito importante que oremos a Deus por mais este dia que se inicia. É importante que ele pense no que se pode fazer para melhorar o dia de hoje. e viver bem, pois a vida é a única coisa que vale a pena e não podemos voltar atrás e recomeçar.

Chegaremos ao fim de um dia com aquela sensação de paz e de dever cumprido, não é difícil assim, desde que sejamos justos com as nossas maneira de agir.

Deixando de lado as ressentimentos e frustrações, aprendemos a trabalhar com as ferramentas intelectuais que temos ao nosso alcance, isso é mais importante do que qualquer coisa na vida.

© Geraldo de Azevedo

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