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domingo, 2 de outubro de 2016

KARL MARX, QUEM FOI?


KARL MARX*

 Karl Marx foi sustentado pela esposa por 16 anos enquanto escrevia "O Capital" até que ela ficasse pobre. Só teve um único emprego fixo em 64 anos de vida, e foi correspondente do jornal “New York Herald” por breve período, o que não resultava em quantias suficientes para manter a família.

Embora estudioso de economia, era cronicamente irresponsável nas finanças pessoais e sempre passou necessidades. Em 1852, quando morava em Londres sem ter mais para onde correr, Marx tentou penhorar alguns talheres de prata com o brasão da família da esposa quando o dono da loja, desconfiado daquela criatura de cabelos desgrenhados e mal vestida, chamou a polícia.

Viu 4 de seus 7 filhos morrerem ainda bebês pela vida insalubre e miserável que sua vagabundice impôs à família, viu duas de suas três filhas sobreviventes se suicidarem, traiu a mulher que o sustentou por anos a fio com a melhor amiga dela, e ainda deu o bebê nascido desta relação para o amigo rico Engels criar. Morreu pobre, intelectualmente debilitado e com um abscesso no pulmão. Somente 11 pessoas incluindo Engels foram ao seu enterro.

Esse é o ídolo da esquerda. O "pai do socialismo". Sujeito ordinário, preguiçoso e imoral, que não conseguiu sequer colocar a própria vida em ordem. É este pilantra, em muitos aspectos similar ao Lulla, o criador do sistema que tem a pretensão de trazer a solução para o mundo. Pois é. Cada um tem a referência que merece.

E o Paul Johnson cita no livro “The Intelectuals” que esse energúmeno, além de tudo, não tomava banho e não fazia a barba por muito tempo. Seus seguidores também deixam a barba crescer sem saber por que.

Mas, suas ideias errôneas, ainda estão por aí, a estrepar com o mundo, a azarar com a sociedade. Pior de tudo é que estamos sendo vítimas desses sórdidos caolhos, gigolôs da miséria, parasitas e aproveitadores."

Repasse sem dó, mostremos ao povo a desgraça que é o comunismo.


domingo, 27 de fevereiro de 2011

POETRIX, O MÁXIMO NO MÍNIMO


POETRIX é um novo caminho a percorrer no universo da moderna Poesia.
Esta nova forma poética [nascida e baptizada em Salvador da Bahia/Brasil, fruto da criatividade de Goulart Gomes] é um terceto contemporâneo, que poderá ser, aparentemente, simples ou complexo, fácil ou difícil, alegre ou triste, mas que, no essencial, será sempre pequeno no espaço ocupado pela sua escrita e no tempo que demora a ler, mas grande na sua dimensão de múltiplas mensagens a transmitir.
A palavra POETRIX (neologismo criado a partir de POE, poesia e TRIX, três) surgiu pela primeira vez no idioma português no Manifesto Poetrix, publicado no livro TRIX – Poemetos Topi-Kais, de Goulart Gomes (Bahia: Pórtico Edições, 1999), premiado com Menção Especial no Prémio Jorge de Lima, outorgado pela Academia Carioca de Letras e União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro, em 2000.

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ROSA

Rosa que não é rosa
Rosa cor de púrpura
Sangue derramando
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BRISA

Brisa suave
Frio na noite
Primavera chegando
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NOITE

A noite iluminando
Pirilampos voando
O coração chorando
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Flores

Flores desbrochando
Primavera chegando
Lembrança de meus amores
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MENINA

Sob um dossel de tomilho
Está sentada a menina
No ar, moscas cintilantes

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OLHOS

Quero olhar nos teu olhos
No teu corpo tocar
Ter você por inteiro
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CORPOS

Entre quatro paredes
Dois corpos suados
duas almas fundidas
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PAIXÂO

Paixão sente-se a cada hora
Por várias pessoas diferentes
Entregando-se ao mais puro sentimento
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AMAR

Amar é dar a própria vida pelo amado
Sem sacrifícios ou cobranças
Amores verdadeiros sobrevivem até à morte
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FOGO

Como o incêndio na floresta
O fogo da paixão se apaga
Toda paixão é passageira

©Geraldo de Azevedo

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

O ABSURDO DO FACEBOOK


Mark Zuckerberg também ficou conhecido por ser "o mais jovem bilionário da História".
(Já o era aos 25 anos.) E o Facebook passou de "mais uma rede social" (em 2004) para "a" rede social (2010): The Social Network.
Hoje quase ninguém mais se lembra do Orkut, que já foi febre no Brasil. Muito menos do Friendster, a primeira de todas.
E, menos ainda, do MySpace, que conseguiu seduzir até um velho dinossauro como Rupert Murdoch. O fato é que o assunto "Facebook" está à beira da exaustão - o que muitos especialistas apontam como o auge da valorização do sit e (antes da queda). Além do livro e do filme, já havia sinais, desde que o Facebook ultrapassou o Google em visitação, nos EUA, atingindo, posteriormente, 500 milhões de usuários no mundo.
O Twitter, que pretendia 1 bilhão de usuários, contentou-se com uma aparição no programa de Oprah Winfrey, o máximo de exposição em sua carreira, igualmente, meteórica. (E o Google tentou comprar o Twitter; e o Facebook acabou comprando o FriendFeed...)
A especulação deixa de sê-lo, contudo, quando o Goldman Sachs anuncia que vai comercializar as ações do Facebook, numa das maiores IPOs da História. E, para provar que é bom negócio, o Goldman investe do seu próprio bolso (no Facebook).
Muita gente estrilou, por dois motivos. Primeiro p orque o Goldman foi "resgatado" pelo governo, durante a crise de 2008. Logo, não poderia estar, novamente, envolvido num investimento de risco (envolvendo, em última instância, o dinheiro dos contribuintes).
Em segundo lugar, porque investir o próprio dinheiro (até onde esse dinheiro pode ser "próprio") não significa muita coisa, afinal o Goldman vai lucrar muito mais, se o Facebook efetivamente for "a maior IPO da História". Quem lança essa tese é Douglas Rushkoff, um analista sobrevivente (desde a primeira bolha de internet, em 2000).
Rushkoff não compara o Facebook com o MySpace (outro fiasco), nem com o Orkut (que só touxe processos ao Google), nem com o YouTube ou o PayPal, valuations "recentes", mas, sim, com a America Online.
A AOL foi, se é possível lembrar , "maior que a internet", antes da internet. E a AOL se fundiu com a Time Warner, quando estava no auge, numa tentativa desesperada de aproveitar a onda e adquirir ativos do chamado "mundo real". Rushkoff lembra que a fusão foi um desastre, que acabou sendo desfeita, e que Steve Case, outrora gênio da internet, teve de se contentar com aparições em eventos como os do blog TechCrunch (aliás, vendido para a mesma AOL, que subsiste...).
Toda a discussão retorna ao encontro memorável entre Jason Calacanis e David Heinemeier Hansson, da 37Signals, que encarnavam, respectivamente, o capitalismo das bolhas, "estilo" Facebook, e o "capit alismo real", estilo "economia real". Hansson argumentava que valorizações estapafúrdias não ajudavam os negócios na internet, criando expectativas incomensuráveis, eternamente condenadas à frustração.
Calacanis contra-argumentava que investidores bilionários, ou até simples milionários, queriam negócios cada vez maiores, e que as bolhas faziam, sim, parte do jogo. Não se sabe, exatamente, quem serão os ganhadores e os perdedores, nesta rodada, mas as apostas, no Facebook, já giram em torno de 50 bilhões de dólares...
Julio Daio Borges (Digetivo Cultural)

sábado, 22 de janeiro de 2011

O SÍMBOLO PERDIDO ( 2 ) -Dan Brown


Seus pés eram as garras de um gavião. Suas pernas - Boaz e jaquim -, os antigos pilares da sabedoria. A virilha e o abdómen eram as arcadas do poder místico. Pendendo sob essa arcada, o imenso sexo exibia os símbolos tatuados de seu destino. Em outra vida, aquele pesado bastão de carne tinha sido sua fonte de prazer carnal. Mas agora não mais.
-Eu fui purificado.
Assim como os monges eunucos místicos de Katharoi, MaFakh havia removido os próprios testículos. Sacrificara sua potência física em troca de outra mais valiosa.
-Os deuses não têm sexo.
Depois de se livrar daquela imperfeição humana juntamente com o impulso terreno da tentação sexual, MaFakh se igualara a Urano, Átis, Sporus e aos grandes mágicos castrati da lenda arturiana. Toda metamorfose espiritual é precedida por outra, física. Era essa a lição de todos os grandes deuses... Osíris, Tammuz, Jesus, Shiva e até mesmo o próprio Buda.
-Devo me despir da vestimenta de homem.
De repente, Mal'akh dirigiu o olhar para cima, passando pela fénix de duas cabeças em seu peito, pelo mosaico de antigos sigilos que lhe adornava o rosto, até chegar ao topo da cabeça. Inclinou-a na direção do espelho, mal conseguindo ver o círculo de pele não tatuada que aguardava ali.
-Aquele lugar era sagrado.
Conhecido como fontanela, era a única área do crânio humano que ainda não se encontrava ossifïcada no nascimento. Uma janela para o cérebro. Embora esse portal fisiológico se fechasse em poucos meses, ele continuava sendo um vestígio simbólico da conexão perdida entre os mundos exterior e interior.
Mal'akh analisou aquele trecho sagrado de pele virgem, rodeado por um ouroboros - uma serpente mística devorando o próprio rabo. A pele nua pareceu retribuir seu olhar... brilhando de promessa.
Robert Langdon logo iria desvendar o grande tesouro de que MaFakh precisava. Quando o obtivesse, o vazio no topo de sua cabeça seria preenchido, e ele finalmente estaria pronto para a transformação final.
MaFakh atravessou descalço seu quarto de dormir e retirou da última gaveta da cómoda uma longa faixa de seda branca. Como já havia feito diversas vezes, enrolou-a em volta do sexo e das nádegas.
Então desceu para o andar de baixo.
Foi até o escritório e abriu o computador para checar seus e-mails.
Seu contato acabara de lhe enviar uma mensagem:

Em O Símbolo Perdido, o célebre-professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon — eminente maçom e filantropo — a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo. Mal'akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem-o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode encontra-lo. Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

A SEMENTE DA SAÚDE


Os pássaros já sabiam: as sementes fazem bem à saúde. Investindo nisso. A linhaça é um alimento rico em lignina e fitoestrogênio, substâncias que ajudam na redução do peso. Estudos comprovaram que mulheres que ingerem mais lignina possuem índice de massa corpórea (IMC) menor. Esta substância ajuda a reduzir o apetite e as células gordurosas.
A lignina é bastante conhecida para ajudar na redução dos tumores da mama. Foi comprovado que este composto atua na apoptose celular, matando as células defeituosas.
O segredo está na casca da linhaça que é rica em proteínas, minerais e vitaminas. Entre as vitaminas presentes na linhaça o destaque vai para a vitamina E, que contribui para evitar o envelhecimento precoce.
A linhaça é fonte de ácido graxo ômega-3 e ômega-6, contribuindo para a saúde do coração, auxiliando na redução do colesterol ruim (LDL), responsável pelo entupimento nas artérias.

pesquisas pelo mundo andam descobrindo os benefícios que elas trazem também para nós, seres humanos.
Uma pesquisa realizada na Universidade de Toronto, no Canadá, comprovou que a semente de linhaça apresenta um componente chamado de lignana, uma substância que atua na defesa do organismo e provoca a destruição das células que causam o câncer de mama.
Além disso, a linhaça também é rica em proteínas, minerais e vi-a»«vitagaiia E, que afasta o envelhecimento precoce. Por apresentar ômega-3 e ômega-6, a semente também garante a saúde do coração.
No entanto, os especialistas não aconselham o consumo exagerado, pois o excesso pode prejudicar as membranas celulares e causar danos à saúde.

Faça um mingau de Aveia e adicione oma colher de sopa de farinha de linhaça e consuma diariamente de manhã ou a noite.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010



Johnny Guitar é um western que fala de amor. Nicholas Ray declara neste filme o seu amor pelo genero e ao mesmo tempo mostra porque o amor e a mulher são elementos importantes e essenciais no western, onde eles articulam a identidade americana. Em Jonny Guitar esta articulação se dá pela idéia do seguimento de um processo calculado ( pensado ). Isto é a mola global do filme, é uma forma de rebelião contra tudo o que se assemelha a este estado de coisa, um ponto onde o pensamento congela. Assim o amor não está presente como uma finalidade, um estado de felicidade, mas como um processo, um pensamento a dois, dentro desse movimento contínuo. Paralelamente a questão da nação é igualmante dada como um processo onde a identidade americana aparece sempre como um horizonte, que se consegue alcançar, mas o qual é necessário dirirgir-se, um ideal no sentido restrito onde o passado não traz nenhuma resposta, mas serve de exemplo para o futuro.
Estes processos são suportados pelos personagens que estão em busca de sua própria identidade, e estão além dos objetos de uma investigação do espectador, que se pergunta continuamente quem são os heróis do filme, Johnny o homem, ou Viena a estrela.
Este filme as vezes é classificado de "western intelectual", só que não é uma marca pertinente, mas revelada, contudo um dos aspectos do filme, porque a artificialidade das convenções do western se dão a ver, incitando assim o espectador a passar a simples visão de uma história de cowboy.
Johnny Guitar se apoia com efeito sobre os do gênero daqueles que são mais convencionais e em sua linha artificial notadamente pelo emprego de cores atípicas. Nicholas Ray não contorna a artificialidade, mas a sublinha e perde a credibilidade devido uma qualidade, pq porque participa na criação da emoção.

Traduzido do frances por Sandra Mamede

ELENCO

Joan Crawford ...Viena
Sterling Hayden ...Johnny Guitar
Mercedes McCambridge ...Emma Small
Scott Brady ...Dancin Kid
Ward Bond ...John McIvers
Ben Cooper ...Turkey Ralston
Ernest Borgnine ...Bart Lonergan
John Carradine ...Old Tom
Royal Dano ...Corey
Frank Ferguson ...Marshal Williams
Paul Fix ...Eddie
Rhys Williams ...Mr. Andrews
Ian MacDonald ...Pete

Http://www.nostalgiabr.com


terça-feira, 9 de novembro de 2010

COMO FOI FEITA A MURALHA DO "NOSSO LAR"



A muralha do Nosso Lar foi construída ao ar livre em uma fazenda em Guaratiba na cidade do Rio de Janeiro.
No total, a construção tinha cerca de 70 metros de comprimento e 7 metros de altura e envolveu cerca de 30 profissionais em 30 dias. A muralha foi feita toda de isopor. Encerradas as gravações em Guaratiba, a equipe transportou o portal e 20 metros de muralha para o bairro de São Cristóvão para filmar em detalhe a entrada e a alameda principal da cidade Nosso Lar.
Com cerca de 14m de comprimento e peso de 7 toneladas, o aeróbus era tão grande que a equipe não conseguia lugar para guardá-lo. Foi construído em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul e demorou 5 dias para chegar ao Rio de Janeiro em um carreta estendida, único meio de transporte capaz de fazer o frete.
As filmagens foram concluídas em 8 semanas, sendo feitas nos estados do Rio de Janeiro e Brasília.

domingo, 17 de outubro de 2010

Preciosa - Uma História de Esperança



Em “Preciosa”, a rotina da personagem título (Gabourey Sidibe) consiste em voltar da escola e preparar o jantar para a mãe, Mary (Mo’Nique). Mary provavelmente poderia fazer o jantar sozinha. Mas assim é mais fácil para ela jogar o jantar fora ou em Preciosa.

Claireece, que prefere ser chamada de Preciosa (seu segundo nome) é negra, obesa e, aos 16 anos, espera seu segundo filho, cujo pai, é seu próprio pai. Esse último fator é o catalisador da violência e ciúme da mãe. O relacionamento se destrói aos poucos. Mas Preciosa aos poucos percebe o que ela precisa.

O filme cataloga com certa riqueza a parte feia dos relacionamentos humanos. Foi feito para parecer presumivelmente feio, sublinhando, dessa forma, a tristeza da vida de Preciosa. Evitando os truques de animar o público ao fim da projeção, o filme mergulha no rosto de sua protagonista que, apesar de todo seu sofrimento, sempre procura uma razão para viver.

O diretor Lee Daniels traz para a tela uma vitalidade que bate de frente com o horror o qual ouvimos falar e ver, sem apresentar uma coisa maçante. Ele parece dizer que, viver significa estar vivo para saborear o bem para sentir a confusão do mal. Assim, sua câmera geralmente fica próxima ao sexo e os assaltos, mas também nos transporta para a psique de Preciosa, onde ela mistura suas vergonhas e fantasias.

Enquanto a narração nos transporta cada vez mais para dentro da imaginação da personagem, onde descobrimos seu interesse por seu professor de matemática e tantas outras coisas, os pesadelos das transgressões de seu pai persistem. Cortesia da montagem que justapõe o estupro e os alimentos gordurosas preparados por Claireece.

Por não usar dos truques para animar a plateia, o filme não irá agradar quem espera por finais comuns. No fim de outro filme – um que não precisamos ver – Preciosa estaria passando na rua ao fim de sua trajetória. Um caçador de talentos a ouviria cantar e a contrataria para que a mesma pudesse ser feliz de uma forma Hollywoodiana. Não é o que acontece. As imagens aqui são de uma mulher longe das mãos de Hollywood, mas que está determinada a salvar-se e ser feliz...

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

DESLUMBRAMENTO

Cansado de vagar a terra e o mar
sonhei para você toda felicidade
com ela nós iremos ter um dia
vamos viver como sempre desejamos
morar num mundo que nós sonhamos
fazer da terra o nosso paraiso.
Tu descreves meu encantamento
e os misterios da alma desvendas
o seu olhar tão cheio de candura
rubro espelho de luz nas alvoradas
e afagaste também com os teus braços
meu corpo ansioso por carinho e amor.
Quando a sombra da noite o dia invade
sem ter que derramar o triste pranto
meu lenço é a mortalha da saudade
enxugando as lagrimas que correm tanto
nos olhos dos que amam e vão embora.
Inspirado, como poeta, fiz este verso
pois querendo lembrar jamais esqueço
do encanto da mensagem que eu trago.

© Geraldo de Azevedo

sábado, 11 de setembro de 2010

Harry Potter e as Relíquias da Morte - Segredos



O primeiro trailer para TV da primeira parte de Harry Potter e as Relíquias da Morte foi ao ar nos Estados Unidos durante a estreia da segunda temporada de Vampire Diaries no canal americano CW.
No vídeo é possível ver o trio de amigos Harry, Rony e Hermione, interpretados por Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson em várias cenas de ação e perigo, além de diversas aparições de Voldemort, interpretado por Ralph Fiennes. A tão aguardada estreia do filme
está marcada para 19 de novembro e chega nas versões
2D, 3D e 3D IMAX.